Quase todo mundo chega pelo lado holandês, seja no Aeroporto Internacional Princess Juliana, seja nos píeres de cruzeiro de Philipsburg, e depois circula livremente pela ilha inteira. Esta página explica como chegar, o que acontece na chegada e como se deslocar depois.
De avião: Aeroporto Internacional Princess Juliana (SXM)
O principal aeroporto da ilha fica em uma faixa de terra entre Simpson Bay e a lagoa, no lado holandês, com a pista que, como se sabe, termina em Maho Beach. É o hub mais movimentado do nordeste do Caribe, com:
- América do Norte: voos diretos de várias cidades da costa leste e do sul dos Estados Unidos e do Canadá, com mais frequências no inverno.
- Europa: voos diretos de Paris e Amsterdã.
- Caribe: voos regionais de e para as ilhas vizinhas, e as pontes aéreas em aviões pequenos para Saba, Santo Eustáquio, St. Barths e além, operadas pela companhia local, a Winair.
Companhias e rotas mudam a cada temporada; consulte os horários atuais em vez de confiar em uma lista. O terminal foi arrasado pelo furacão Irma em setembro de 2017; depois de anos de soluções provisórias, o prédio reconstruído foi concluído em 2024, e chegadas e partidas voltaram a ter ar-condicionado e a ser razoavelmente rápidas.
Na chegada
Você passa pela imigração e pela alfândega do país Sint Maarten, mesmo que vá se hospedar no lado francês — não há mais nenhum controle quando você cruza de carro. As autoridades do lado holandês usam um cartão de embarque e desembarque on-line, preenchido antes da viagem; verifique a exigência atual antes de voar. As regras de entrada e de visto dependem da sua nacionalidade, e não são idênticas para o lado holandês e o francês, e nenhum dos dois faz parte do espaço Schengen. Confirme em fontes oficiais.
De avião: Aeroporto de Grand Case-Espérance (SFG)
O lado francês tem seu próprio aeroporto pequeno atrás de Grand Case, usado por turboélices regionais de e para Guadalupe, Martinica e St. Barths. Se a sua conexão for pelas Antilhas Francesas, pode ser a porta de entrada mais prática.
Transfers do aeroporto
Tempos aproximados de carro a partir do SXM, com trânsito normal. No fim da tarde, e quando a ponte de Simpson Bay abre, calcule mais.
| Do aeroporto SXM para | Tempo de carro | Observações |
|---|---|---|
| Maho e Mullet Bay | 5 minutos | Contornando o fim da pista |
| Simpson Bay | 5–10 minutos | As aberturas da ponte param o trânsito |
| Cupecoy | 10 minutos | Última parada antes da fronteira |
| Marigot | 15–20 minutos | Pela ponte-aterro ou por Terres Basses |
| Philipsburg e porto de cruzeiros | 20–40 minutos | Pelo morro de Cole Bay; lento no horário de pico |
| Grand Case | 25–35 minutos | Passando por Marigot |
| Orient Bay e Cul-de-Sac | 35–45 minutos | Cruzando o lado francês |
| Oyster Pond e Dawn Beach | 35–50 minutos | Por Philipsburg |
Táxis
Táxis licenciados esperam na saída do desembarque, organizados por um despachante. Não há taxímetro: as tarifas são fixas por destino, para uma ou duas pessoas, com um adicional por passageiro extra e, normalmente, acréscimos tarde da noite e por bagagem extra. A tabela fica afixada no ponto. As corridas são pagas em dólares americanos, em dinheiro; no lado francês, os motoristas dão o preço em euros ou dólares. Confirme sempre o total antes de entrar.
Aluguel de carro
O carro é a melhor forma de conhecer a ilha se você fica mais de dois ou três dias. Locadoras internacionais e locais têm balcões no aeroporto ou perto dele, no porto de cruzeiros e nas principais áreas de resorts.
- Dirige-se pela direita dos dois lados. A sua carteira de habilitação normalmente basta para uma visita curta.
- As estradas são estreitas, cheias de ladeiras e às vezes esburacadas; as lombadas são frequentes e muitas vezes sem sinalização. As scooters ultrapassam pelos dois lados.
- O trânsito é pesado em torno de Simpson Bay, Cole Bay, Philipsburg e Marigot das 7h30 às 9h e das 16h às 18h30, mais ou menos. Um trajeto de quinze minutos pode levar quarenta e cinco.
- O combustível é vendido em florins ou dólares no lado holandês e em euros no francês; os preços são diferentes, então pode valer a pena comparar.
- Nunca deixe nada em um carro estacionado, principalmente em praias e mirantes. É o crime mais comum contra visitantes na ilha.
- Na alta temporada, reserve o carro quando reservar os voos.
Micro-ônibus
O transporte público da ilha é uma frota de micro-ônibus particulares, identificados por uma placa “BUS” no lado holandês e por uma plaquinha com o destino no para-brisa. Durante o dia passam com frequência nas rotas principais — Philipsburg–Simpson Bay–Maho–Mullet Bay, Philipsburg–Marigot e Marigot–Grand Case — e menos à noite. Você faz sinal em qualquer ponto, diz ao motorista onde quer descer e paga um ou dois dólares (ou o equivalente em euros), em dinheiro, ao sair. Eles não vão direto a Orient Bay, a Pinel nem à maioria das praias.
A fronteira
Na prática, não existe. A linha entre Sint Maarten e Saint-Martin, acertada em 1648, é marcada por um monumento na estrada Philipsburg–Marigot, em Bellevue, e por placas em outros pontos; ninguém para você e nenhum documento é necessário. Carros alugados e táxis cruzam livremente. O que muda é a moeda nas etiquetas, as tomadas, a rede de celular — e o pão.
Balsas para as ilhas vizinhas
- Anguilla: balsas públicas do terminal de Marigot a Blowing Point, cerca de 25 minutos, a cada 45 minutos, mais ou menos, durante o dia; e lanchas privadas saindo de um píer perto do aeroporto SXM, casadas com os voos.
- St. Barths: balsas rápidas de Philipsburg (cerca de 45 minutos) e de Marigot (cerca de uma hora) a Gustavia, várias vezes por dia na temporada.
- Saba: balsas em certos dias da semana, saindo de Philipsburg e Simpson Bay, cerca de uma hora e meia; ou um voo de 12–15 minutos.
Para as três você precisa do passaporte, paga taxas de embarque e deve conferir os horários na véspera — as saídas são canceladas com tempo ruim. Cada página de destino traz os detalhes.
Chegando de navio de cruzeiro
Os navios atracam em Pointe Blanche, a uma curta caminhada ou travessia de táxi aquático de Philipsburg. Tudo o que um cruzeirista precisa — o porto, os táxis, os tempos e os roteiros em terra — está no nosso guia do dia de cruzeiro.
Chegando de veleiro
A ilha é um dos principais centros náuticos do Caribe. A lagoa de Simpson Bay, onde se entra por pontes levadiças tanto no lado holandês quanto no francês, concentra a maioria das marinas; a baía de Marigot, Anse Marcel e Oyster Pond têm outras. Os lados holandês e francês têm procedimentos de entrada separados; faça a documentação no lado em que pretende atracar.

